Pelagem preta e qualidade são as marcas registradas da Coudelaria
Ortigão Costa em cavalos Lusitanos criados em Portugal

Um cavalo de referência e que levou a Coudelaria Ortigão Costa a solos internacionais foi Babel que, filho de égua preta, nasceu alazão e deixou a marca Ortigão Costa na base da criação de cavalos Lusitanos no Brasil.
Confirmou as suas ótimas capacidades reprodutoras tendo tido 200 filhos. Atualmente, outros cavalos fazem jus à qualidade a que a Coudelaria Ortigão Costa vai habituando o leque de criação portuguesa de cavalos e destaca-se o projeto de formação de uma “Dressage Team” que inclui, não só o manejo, mas também um método de criação cuidado para criar cavalos vocacionados para a vertente desportiva de Alta Competição.

As linhas de criação dos cavalos desde a concepção ao desmame funcionam, na Coudelaria Ortigão Costa, em Portugal na cidade de Azambuja – “onde está o picadeiro, as cavalariças e os cavalos para venda. “Temos de fazer cavalos para alta competição mas não podemos fazer só para alta competição.” Jorge Ortigão Costa.

Fundada em 1959 por Jorge Luís Ortigão Costa, esta Coudelaria mantém-se na Quinta da Fonte do Pinheiro, na Azambuja, desde a sua origem. A éguada inicial, constituída por 25 animais, todos de pelagem preta, era privilegiadamente constituída por ferros das melhores Coudelarias da época. Fúria foi o primeiro garanhão da Coudelaria (Ferro Assunção Coimbra) e toireou o histórico número de 105 toiros em 6 anos. Mais tarde, as filhas de Fúria e Elmo (Ferro Manuel Veiga) originaram cavalos que se destacaram na História da Tauromaquia nacional pela mão de cavaleiros como João Moura, os irmãos Peralta e Manuel Jorge Oliveira. Deste modo, foi-se criando uma elite geracional de cavalos “bonitos e fáceis de montar”, como refere o criador Jorge Ortigão Costa, em entrevista à Dressage Portugal. Um cavalo de referência e que levou a Coudelaria Ortigão Costa a solos internacionais foi Babel que, filho de égua preta, nasceu lazão e deixou a marca Ortigão Costa na base da criação de cavalos Lusitanos no Brasil. Confirmou as suas óptimas capacidades reprodutoras tendo tido 200 filhos.

Actualmente, outros cavalos fazem jus à qualidade a que a Coudelaria Ortigão Costa vai habituando o leque de criação nacional de cavalos e, nesta edição destaca-se o projecto de formação de uma “Dressage Team” que inclui, não só o maneio, mas também um método de criação cuidado para criar cavalos vocacionados para a vertente desportiva de Alta Competição. As linhas de criação dos cavalos desde a concepção ao desmame funcionam, na Coudelaria Ortigão Costa, em três núcleos distintos mas complementares: o núcleo da Azambuja – “onde está o picadeiro, as cavalariças e os cavalos para venda. Nestas instalações fazemos o desmame dos poldros e a primeira fase da recria dos poldros”- o núcleo de Vila Franca – “onde pasta a éguada” – e outro núcleo em Elvas – “onde estão os poldros baixos e onde ficam até aos 3 anos”. “Temos de fazer cavalos para alta competição mas não podemos fazer só para alta competição.” Jorge Ortigão Costa O criador Jorge Ortigão Costa elucida, em entrevista à DP, a existência de duas áreas de acção da Coudelaria no que respeita ao destino dos cavalos que cria: o lazer e a competição: “Os objectivos da Coudelaria Ortigão Costa são os mesmos que os iniciais: fazer cavalos bonitos e fáceis de montar porque eu penso que temos de fazer cavalos para alta competição mas não podemos fazer só para alta competição porque é um nicho de mercado.”

Fonte: texto: Revista Equitação

coudelariaortigaocosta.com